quarta-feira, 19 de setembro de 2012

[Análise] Como desenhar mangá: samurai, ninja, ronin, j-pop, sakura... ~ Parte 4 (Final)


Finalmente a última postagem da série de análises sobre Como desenhar mangá (Editora Escala).  “Como desenhar mangá: samurai, ninja, ronin, j-pop, sakura...” mantém o padrão dos demais volumes com a divisão em três partes. São elas:

ê Música;
ê Samurai;
ê Digitalizando Mangá Fase 3.


A estrutura de cada etapa dos desenhos segue a mesma do volume dois. Neste terceiro título, a Apresentação explica “as origens do mangá” e “por que o mangá vende tanto”, abordando ligeiramente aspectos como público leitor, gênero, estética, mercado e equipe de produção.

Na parte sobre Música, eu diria que não aborda os tais arquétipos, mas estilos, gêneros, vertentes ou movimentos culturais pertencentes ou incorporados à música japonesa. Ao todo são nove. A segunda parte, Samurais, para mim, é mais legal de todas. São oito personagens retratadas, sendo que a última (um samurai, que me lembra muito o Kenshin ~ るろうに剣心)não leva o nome de um protótipo, mas de um elemento: sakura.

A última parte, sobre digitalização, traz oito tópicos que tratam desde a colorização do esboço até a inserção de texto utilizando o Photoshop. De todos os estilos, personagens e elementos explorados no volume três, os que mais me chamaram atenção foram: j-pop, gótico, rock visual, a gueixa, a princesa, o andarilho, o samurai e a personagem que representa o elemento “sakura”.


Pontos fracos / negativos:
Alto custo em relação à quantidade de páginas do material;
Algumas personagens podem causar estranhamento devido às suas posturas estranhas ou às representações de seus arquétipos que fogem do imaginário do leitor.
Não é adequada para iniciantes, pois parte do pressuposto que o leitor já tenha domínio de desenho de esboços, bem como de proporções.
As etapas são descritas de forma breve.

Pontos fortes / positivos:
O material é de boa qualidade;
O conteúdo é bem diversificado e organizado didaticamente, fornecendo uma coletânea de tipos que serve como material de base (pesquisa) para o desenhista;
Embora, as dicas sejam curtas, elas são práticas, objetivas e claras;
É uma das poucas revistas (específica sobre mangá) que ensinam as etapas básicas da digitalização de forma bem simples, incluindo a explicação das principais ferramentas do Photoshop.

Por que eu compraria novamente:
Bom, depois de toda essa análise, agora vem a pergunta: se eu pudesse voltar no tempo, eu terei investido ou não nesta coleção? A resposta é: sim! Compraria, principalmente por servir como material básico de referência visual, artística e técnica.

ナナ (Nana)



domingo, 16 de setembro de 2012

[Cafeína, por favor!] Traz uma cafeína para aliviar a minha dor...



Quando trouxe esta seção para o blog, pensei em diversos temas para iniciá-la, mas não imaginei que começaria falando de algo como o meu pequeno drama da semana (passada). Na terça-feira, no fim de tarde, eu e ele sofremos um acidente de moto... Nada grave. Porém, estou ainda com muitas dores (em diversos pontos) no meu pé e na perna, ambos do lado esquerdo.

Poderia ter sido pior? Poderia. Poderia se estivéssemos sem capacete e em alta velocidade. Mas para nossa sorte (nem sei bem se essa é a palavra certa), ele dirige bem e é muito atento no trânsito. Quando caímos, a moto já estava em processo de frenagem. Violenta, é verdade. E teve que ser, pois se não fosse, teríamos “beijado” (um eufemismo para abrandar a situação) a traseira do caminhão que fez uma parada brusca antes de dobrar numa rua à direita. Sem mencionar o fato de que o motorista “deu sinal” praticamente em cima da rua em que ia entrar.

Íamos até o banco pagar algumas contas. Nada de pressa. Estávamos em uma das avenidas mais movimentadas do nosso bairro a uns 40 km/h no lado direito da pista. Pouco antes da esquina em que o caminhou dobrou havia um Corsa Sedan estacionado a menos de um metro. Razão pela qual o motorista do caminhão fez a manobra com dificuldade, ocasionando o nosso acidente. Depois da nossa freada súbita, a moto perdeu o equilíbrio e esta caiu para o lado esquerdo “esmagando” (um pequeno exagero aqui) a minha perna esquerda. Sério. Foi exatamente isso que senti na hora. Aliás, eu senti um medo danado de que quando visse a minha perna, ela estivesse quebrada.

Ele conseguiu escapulir da moto primeiro do que eu, que fiquei presa, gritando “tira isso de cima de mim... tira isso de cima de mim!!!”. Só pensava que viria um ônibus, sei lá... um carro qualquer e me levaria junto. E ele desesperado... tentando me tirar debaixo da moto e o povo só olhando. É triste. As pessoas conseguem mesmo ser “úteis” diante da desgraça alheia. Por sorte, algumas almas boas apareceram – depois que ele todo arrebentado já tinha me levado nos braços até a calçada e eu lá... sentada, chorando e com o pé sangrando  – para me oferecer água e perguntar se estava tudo bem.

A polícia militar surgiu não sei de onde na mesma hora e um cara com uma câmera fotográfica também perguntando se eu tinha quebrado algo. O motorista do caminhão ao menos veio ver se estava tudo bem e se ofereceu para me levar ao hospital. Mas o dono (ou dona) do carro mal estacionado na avenida – que com certeza devia estar por perto – nem deu as caras por lá. Compreensível. Iria ouvir muito de mim. Despachamos o dono do caminhão, afinal, de acordo com as leis de trânsito, culpa ele não teve e os prejuízos foram apenas nossos com a moto: raladuras no tanque e espelho esquerdo quebrado. Só?! Só, pois, como disse antes, a queda da bendita foi amortecida por nós dois.

Eu não quebrei nenhum osso sequer. Ainda bem! Apenas sofri contusões na perna e no pé, além de algumas escoriações. Ele além das escoriações e contusões, sofreu uma queimadura de segundo grau na panturrilha, quando esta apenas encostou no motor da moto. Mas o ponto alto da minha indignação não foi o acidente que poderia ter sido evitado, se aquele carro não estivesse estacionado de forma indevida, se... se... se... O que me deixou com mais raiva foi o hospital público em que fui atendida.

Depois do acidente, fui com ele até o hospital público do bairro para uma avaliação de urgência. Primeiro que quase não fui atendida por não ter o tal cartão do SUS. Segundo que não fizeram o exame de raio X da minha perna porque o aparelho estava quebrado. Resultado: injeção na bunda, receitinha básica e vai pra casa. Na quarta, eu iria até outro local para um exame, mas fiquei tão sonolenta o dia todo que dormi tanto e nem vi o dia passar.

Sem exame, sem atestado, sem nada... Trabalhei seguido a quinta, a sexta e o sábado... e o meu pé ficou no “incha-desincha”. Já não dói mais no local que doía antes. E hoje amanheceu doendo um dos nervos na altura do tornozelo, de modo que não consigo nem pôr o pé no chão direito. E agora? Agora, só mais uma dose com cafeína, por favor, para aliviar a minha dor... e indignação.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

[Eu e os meus gatos] Os animais de estimação que tive

Essa é a primeira postagem de uma nova série que estou iniciando sobre os meus pets (gatos), os que já tive e os que tenho atualmente. Vou falar um pouco sobre a vida dos animais que fizeram parte da minha história e sobre a história de outros animais que fazem parte da minha vida.

Os animais de estimação que tive antes de ter gatos foram realmente pouquíssimos. Mas se eu considerar todos os animais com os quais convivi desde que nasci... Nossa! A lista vai ser grande! Cresci praticamente num “sítio” (risadas). Sério, era assim que eu via a minha própria casa e me referia a ela dessa forma, pois a minha mãe criava vários bichos. Não vou colocar fotos deles porque simplesmente não tenho nenhuma.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

[Nikki] 休日 ~ Sobre o feriado



やぁヽ(●_・`。)

Sabe... aqueles dias em que se vai dormir planejando um montão de coisas para fazer no dia seguinte, que é um feriado, e você acorda na metade do dia mais cansada do que quando se deitou e, ao final deste mesmo dia, você percebe que seu tão planejado dia foi completamente inútil?

Pois é... assim foi o meu feriado. Eu tinha uma porção de coisas para colocar em dia, mas ficou só na agenda. Amanhã vou ter trabalho dobrado e ainda tenho curso, que eu precisei faltar na semana passada. =[

Ah, sempre coloco fotos dos meus filhos, mas quase nunca do mais velho (que, na verdade, dei para minha mãe, mas sou eu que cuido)... Hoje consegui tirar uma que não ficasse “tremida” ou desfocada. Ele se mexe muito e fica difícil tirar fotos dele, exceto quando está dormindo. É que ele “não gosta” de ser modelo como os outros. Hahahaha


ヾ(・д・。)バイバイ

ナナ (Nana)