terça-feira, 29 de maio de 2012

[Um livro por mês] “Frankenstein” – Mary Shelley; “O Médico e o Monstro” – R. T. Steveson; “Drácula” – Bram Stoker (Livro 03 / 35º item da lista 101 coisas em 1001 dias)



Este é o segundo livro daquela compra que fiz no mês de abril, quando comprei também “O Mundo de Sofia” (do qual falei nessa postagem). Trata-se de uma trilogia de clássicos do terror - “Frankenstein”, “O médico e o Monstro” e “Drácula” - publicada pela Martin Claret, cujos títulos originais em inglês são, respectivamente: “Frankenstein or The Modern Prometheus” (1818), “The strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde” (1886); “Dracula” (1897).

O primeiro livro, “Frankenstein: ou o Prometeu Moderno” da escritora britânica Mary Shelley (1797-1851) - tradução de Roberto Leal Ferreira -, segundo Alessandro Yuri Alegrette (Unesp), é “a mais apavorante história escrita no início do século XIX, que além de ter contribuído para a renovação do romance gótico, (...) também é considerada marco inaugural de uma nova modalidade literária – a ficção científica.” Trata-se de um romance que conta a história do estudante de ciências naturais, Victor Frankenstein, que perde o controle sobre um monstro que ele mesmo criou em seu laboratório.

 “O Médico e o Monstro” do escritor escocês Robert Louis Stevenson (1850-1894) - tradução de Cabral do Nascimento -, segundo livro da trilogia, nas palavras de Vicente Cechelero, “é uma das novelas mais perfeitas da literatura universal”. A ficção científica aborda o tema da dupla personalidade. A trama gira em torno de três personagens: o médico Dr. Henry Jekyll, seu advogado Sr. Utterson e o criminoso Edward Hyde.  O cerne da narrativa está na investigação que Sr. Utterson faz a respeito de Sr. Hyde – favorecido do testamento do seu amigo, o médico Dr. Jekyll – e nas descobertas bizarras que faz ao longo de sua pesquisa.  

“Drácula: o Vampiro da Noite” do escritor irlandês Bram Stoker (1847-1912) - tradução de Maria L. Lago Bittencourt -, terceiro livro do título, embora seja categorizado como pertencente a diversos gêneros, principalmente literatura de vampiros, gótica, terror e também horror, é estruturalmente um romance epistolar. Apesar de Stoker não ser o criador de tal mito (uma vez que a narrativa é baseada no fabulário húngaro do séc. XVIII), sua obra foi fundamental na popularização do arquétipo do vampiro, influenciando diversas produções artísticas.

Acho que nem preciso ressaltar a importância de tais obras, não só na literatura universal, mas em toda a cultura do entretenimento. A edição é de 2011 e tem 536 páginas (sendo as duas últimas irrelevantes – são páginas em branco). Aos que se interessarem parcialmente pela obra: cada um dos livros pode ser encontrado separadamente no catálogo da editora.

~Nana~

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Diablo III quebrando meus paradigmas



Depois de mais de 12 anos jogando “apenas” em consoles, Diablo III me convenceu a incluir PC novamente na minha lista de plataformas.

Quando digo “apenas”, quero dizer continuamente. Cheguei a jogar muito pouco, anos atrás, Age of Empires, World of Warcraft e outros jogos (alguns emulados), mas a falta de tempo constante (devido a Universidade) e dinheiro para atualizar a minha máquina, empurrava meu mirrado tempo livre para jogos de console (PlayStation).

Conhecia a franquia apenas pelo nome e, felizmente, não tive que “esperar 12 anos” como afirma a maioria dos fãs da série. Há algum tempo, vinha sendo seduzida por Civilization V, Age of Empires III, e alguns títulos da série Total War. Jogos que ele possui e que, inclusive, o assisti jogar diversas vezes, mas o “jogar” ficava sempre na promessa.

Ultimamente, a minha inclinação para o console da PS tem sido ainda maior. Então, qualquer menção a jogos exclusivos para PC, para mim era insignificante. Não foi o “boom” de notícias, matérias, comentários etc., na internet, relacionadas a Diablo III, que me fez voltar a atenção para o jogo, até porque, convenhamos, muita gente segue modismos. E alguns jogos que não são tão bons se tornam super games por causa do excesso de avaliações apaixonadas e pouco realistas.

O que realmente me fez parar e procurar saber mais sobre Diablo III, além da constante e crescente referência ao jogo feita por ele nas últimas semanas, foi ouvi-lo dizer: “é um jogo que tu vai gostar”. Após alguma resistência, assisti a um gameplay do jogo, o que me agradou muito. Resolvi, então, apoiá-lo em mais esta aquisição.  Estou muito interessada neste jogo também, principalmente, por causa daquela “vista de cima” e o sistema de RPG sem longas conversas – que quebram o ritmo do jogo, a exemplo de Dragon Age.

Agora é só esperar o jogo chegar, ou melhor, os jogos, pois comprei também a versão em português. Então, nem a minha preguiça com o inglês vai ser desculpa para não jogar Diablo III.

~Nana~

domingo, 27 de maio de 2012

[Aquisição] Musashi - de Eiji Yoshikawa [Box de livros]

武蔵 ~ Musashi Box ~ Front view

武蔵 ~ Musashi Box ~ Back view


O samurai mais notório do Japão, também autor do “Livro dos Cinco Anéis”, Musashi (Miyamoto Musashi宮本武蔵) é tema e também título de uma ficção escrita por Eiji Yoshikawa (1892 – 1962), renomado escritor japonês, autor de romances históricos.

Musashi foi publicado inicialmente na forma de série no jornal Asahi Shimbun (Asahi Shinbun ~ 朝日新聞) durante os anos de 1935 e 1939 com um total de 1.013 episódios. Posteriormente, ainda no século XX, os capítulos foram reunidos e publicados em livro, no Japão1.

A narrativa é um extenso romance épico baseado em fatos históricos japoneses e em parte da vida de Musashi. Porém, ao contrário da biografia, o livro apresenta também personagens fictícias. O Autor dividiu a obra em sete livros: A Terra, A Água, O Fogo, O Vento, O Céu, As Duas Forças e A Harmonia Final, sendo que os cinco primeiros são uma referência clara ao gorin2.

No Brasil, a obra foi publicada pela Editora Estação Liberdade em 1999 com tradução de Leiko Gotoda e ilustrações (capa e miolo) de Ayao Okamoto. Em 2009, em razão dos dez anos de publicação da obra no país, a Estação Liberdade lançou uma edição comemorativa, na qual os três volumes integram uma caixa especial contendo, ainda, um livreto com ilustrações ukiyo-e de diversos artistas que retrataram o grandioso Samurai. A edição, composta de aproximadamente 1800 páginas, contém a versão integral da obra e o prefácio de Edwin O. Reischauer (1910-1960), extraído da edição norte-americana.

Conheci um pouco da história e Musashi através de leituras e também através de filmes. Ainda não li a obra, mas me parece interessante, principalmente por ser uma narrativa épica relacionada à história japonesa. O que me atraiu nesta edição, inicialmente, quando a vi – que além de conter os três os volumes, tem um livreto com gravuras ukiyo-e – foi a caixa, pois sou grande apreciadora da arte japonesa.

A caixa é um diferencial por conter impressões coloridas de gravuras – que estão presentes no livreto também – que retratam Musashi. Para minha surpresa, só quando recebi o Box, vi o livro com as gravuras. É que eu mal havia encontrado a edição e já estava efetuando a compra. A obra é indicada para quem gosta Literatura em geral, especialmente a literatura japonesa, narrativas épicas, Cultura e História do Japão, Samurais, e, principalmente, fãs de Miyamoto Musashi.

1 Em suas diversas edições, Musashi, que está presente no imaginário de várias gerações japonesas, ultrapassou 120 milhões de exemplares vendidos, razão pela qual é considerado a obra literária mais vendida da história do Japão.

2 O gorin, segundo o Budismo, corresponde aos cinco  elementos básicos que compõem toda e qualquer matéria, ou os cinco ciclos pelos quais o espírito humano passa até que alcance a perfeição. Por via metafórica, Yoshikawa usa esses princípios para demonstrar em sua obra os caminhos percorridos por Musashi até alcançar o domínio e perfeição técnica da luta com duas espadas, uma em cada mão.

~Nana~

Veja mais fotos do meu exemplar da edição comemorativa de Musashi.










sábado, 26 de maio de 2012

[Nikki] Miyuki é macho!

眠る - ねむる

Na madrugada de quarta-feira, brincando com “a minha gatinha” adotada recentemente, percebi que “ela” na verdade é “ele”. Foi uma surpresa!

A moça do Pet Shop havia me dito que era uma fêmea e eu confiante que ela estava certa, nem me dei ao trabalho de averiguar. Passei praticamente um mês cuidando do meu bichinho e chamando-o de Miyuki.  

Estou pensando na possibilidade de chamá-lo de Gandalf. Fiquei dois dias sem me decidir por um nome japonês masculino... Então, ele, para me ajudar a encerrar a questão, sugeriu que eu o chamasse de Gandalf, já que sou fã da série Senhor dos Anéis e a cor do meu gato é branca.

A propósito, hoje foi o aniversário dele de 1 mês de adotado! Que ele viva muito!

~Nana~

segunda-feira, 21 de maio de 2012

[Livro] Japão: Mini Enciclopédia do Japão



Eu costumava ser uma leitora voraz de enciclopédias na idade escolar, principalmente porque naquela época o meu acesso à informação, além da que recebia em sala de aula, era quase que exclusivamente através de livros da biblioteca da minha escola ou dos que o meu pai podia me dar.

Depois do meu ingresso na Universidade aos 17 anos e com o acesso constante à internet, as enciclopédias passaram a ser o tipo de livro que eu raramente li na década passada. Eu, mesma não imaginava que publicaria no blog um texto falando sobre algum tipo de enciclopédia, pois a maioria delas apresenta conteúdo muito resumido e, particularmente, gosto de me aprofundar ao máximo possível no que me proponho a pesquisar.

Esta Mini Enciclopédia do Japão não é diferente das que me referi acima no quesito “quantidade de informações”, e nem poderia ser, pois como apresenta coerentemente o próprio título da obra - “mini”, é de se esperar, também pela quantidade de páginas, que apresente apenas o substancial. Contudo, ela me agrada por conta da organização e da visão panorâmica que proporciona ao leitor sobre aspectos histórico-culturais do Japão.

A enciclopédia, que foi produzida pela Comissão Executiva do Intercâmbio Cultural Brasil-Japão, em colaboração com a Fundação Japão e publicada em 31 de março de 2011 com a tiragem de 10 000 exemplares, contém 265 páginas; é totalmente colorida; e foi editada por Masato Ninomiya, Takeshi Yoro, Taku Miki e Genjiro Ito, em razão do projeto de promoção do Intercâmbio Cultural Brasil-Japão. Ela foi lançada em ambos os países, através das embaixadas e dos consulados.


 A estrutura e organização do conteúdo é bem didática. Ele está organizado em seções indicadas por cores na lateral das páginas que ajudam a localizar o assunto indicado no sumário. São elas: “Prefácio”; “Sobre Este Livro”, que explica o objetivo do material, como lê-lo, períodos históricos, legendas etc; “Um País Chamado Japão”, parte mais extensa subdividida em 8 partes que correspondem às regiões japonesas; “Principais Animais e Plantas do Japão”; “A Trajetória do Intercâmbio Brasil-Japão”; “A cultura e a Indústria Japonesa”, que traz informações sobre culinária, artes, jogos, cerimônias, literatura etc.; “História do Japão”; e “Tabela Cronológica”. Além disso, no final há uma tabela de Hiragana e outra de Katakana.

Leia este trecho extraído da seção “Sobre Este Livro”:

Este livro foi publicado com o objetivo de ajudar nossos amigos brasileiros a aprofundarem sua compreensão em relação à imagem integrada do Japão. Dentro de um número limitado de páginas, tentamos apresentar o máximo possível de informações e dados sobre o Japão, tais como suas riquezas naturais, sua história, sua cultura, entre outros.

Esperamos que este livro não apenas venha a ser útil como uma pequena enciclopédia, mas também possa ser desfrutado como objeto de leitura, e que este possa proporcionar aos brasileiros a oportunidade de aumentar o interesse e a familiaridade em relação ao país chamado Japão.


Suas páginas são enriquecidas com mapas, fotografias, ilustrações. Além disso, na parte dedicada às regiões japonesas, há textos escritos em primeira pessoa, cuja autoria aponta para crianças e adolescentes japoneses na faixa etária entre 8 e 15 anos. Ao todo são nove textos curtos, mas muito bem escritos, onde cada um apresenta a sua cidade e a sua família.


O exemplar das fotos, ganhamos do nosso sensei. Ele recebeu algumas unidades do consulado e nos deu esta que considero um valioso presente. Não sei se foram produzidos exemplares para comercialização, mas creio que ela possa ser encontrada em bibliotecas de escolas públicas, uma vez que, dos 10 mil exemplares, nove mil foram destinados às escolas primárias no Brasil e 480 às escolas Brasileiras no Japão.

Pra quem a encontrar numa biblioteca ou mesmo através de um dos consulados do Japão no Brasil, recomendo a leitura desta enciclopédia, tanto pela relevância do conteúdo, quanto pela qualidade do material. Principalmente, se você for interessado no estudo do idioma japonês, pois estudar uma língua sem se interessar por conhecer a cultura do referente país é inconcebível.












~Nana~

domingo, 20 de maio de 2012

[Filme] Sempre ao seu lado (2009)



Eu não me considero uma cinéfila, mas sempre que posso, procuro assistir a filmes. E quando o filme é realmente bom, tento adquiri-lo (ah, essa minha mania de colecionar...). Mas não foi o que aconteceu exatamente com Sempre ao seu lado*. Eu já havia visto o filme e tinha, sim, a intenção de comprá-lo, mas ele veio parar em minhas mãos meio que por acaso.

No início deste mês, saímos para comprar presentes em razão do dia das mães e pensamos em presenteá-las com filmes. Eis que no meio de um monte de filmes não tão legais, ele encontrou um exemplar de Sempre ao seu lado. Na hora a primeira coisa que pensei foi: “presente para a mãe!” (“mãe” é como chamo a minha sogra. A minha mãe... eu chamo de “mamãe”.), pois ela ama cachorro, inclusive, tem vários. Eu não tenho nenhum (fui “dona” de um apenas, na infância). Só que veio o dilema: dar de presente ou ficar com o filme? Vou explicar por que.

Desde que comecei a pesquisar mais sobre a cultura japonesa (há pouco mais de 4 anos), tomei conhecimento sobre os Akita (Akita Inu 秋田犬), uma raça de cachorro japonês. Procurei mais informações a respeito (e sobre outras raças japonesas também) na época (2008) e fiquei tão impressionada que nunca mais esqueci o nome.  Até ficava incomodando, dizendo que “queria porque queria” um Akita.

Em 2009 estreou o filme Sempre ao seu lado, que é baseado na história real de um cachorro dessa mesma raça, e nem sei mesmo por que não o vi na época. Então, o tempo passou e a minha irmã há uns dois meses, numa das passagens dela aqui em casa, falou que tinha visto um filme e que tinha chorado muito. Quando ela começou a falar do filme, imediatamente, lembrei-me dele e fiquei me perguntando: “por que raios eu nunca o assisti?” Procurei por ele e vi na mesma semana. O título entrou imediatamente na minha lista de desejos, não só pela história, mas pelo fato do cachorro protagonista ser um cão da raça Akita.

Por isso, na loja, como eu estava contando anteriormente, fiquei no terrível dilema de dar de presente ou ficar com o filme. E como eu não queria escolher nenhum ou outro, decidi, então, levar três (um para a minha mamãe também). O problema era encontrar os outros dois (risos). Por sorte, ele achou e conseguimos comprar três DVDs.

Nossas mães já estão presenteadas e, a propósito, nenhuma delas havia visto o filme. Ambas se emocionaram muito e ficaram super felizes com o seu presente. Eu estou com o meu e já a procura da versão original japonesa Hachiko Monogatari (ハチ公物語)... É, Sempre ao seu lado é, na verdade, um remake. Ah, eu tenho que admitir: amo filmes japoneses. E não poderia deixar de gostar deste também. É mais “lento”, mas é  mais “detalhista”. É menos “dramático”, mas é mais “coerente”. Depois, eu explico em outro texto o sentido destas palavras que empreguei entre aspas.

Por hora, quero deixar esta minha indicação. Se você não tem interesse em comprar o filme, ao menos o assista. Garanto que, apesar de alguns clichês que passam despercebidos pela maioria, você vai se emocionar. E outra coisa: se não quiser afetar a sua recepção ao filme, não leia a resenha que vou postar (ou qualquer outra), nem assista ao trailer, antes de ver o filme. Não vou contar nem a sinopse. Ok?

FICHA TÉCNICA


Título original: Hachiko: A Dog’s Story
Lançamento: 2009

Gênero: Drama
Tipo: Longa-metragem
Direção: Lasse Hallström
Produção: Richard Gere / Bill Johnson / Vicki Shigekuni Wong
Roteiro: Stephen P. Lindse
Duração: 93 min
Classificação: Livre
Elenco: Richard Gere / Joan Allen / Sarah Roemer / Jason Alexander e Cary-Hiroyuki Tagawa (sou fã dele!)

* Reprodução da sinopse contida no verso da caixa do DVD:

Quando Hachiko, um filhote de cachorro da raça akita, é encontrado perdido em uma estação de trem por Parker (Richard Gere), ambos se identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando a todos na casa de Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade. Baseado em uma história real, Sempre Ao Seu Lado, é um emocionante filme sobre lealdade.


~Nana~

quinta-feira, 17 de maio de 2012

[Nikki] おすし: para animar minha semana

お寿司 - おすし

Ultimamente, ando tão sem tempo para postar com mais frequência no blog que chego a desanimar. Ainda bem que tenho conseguido, pelo menos, atualizar meu diário do curso e os carrinhos da coleção de Hot Wheels, pois estes são muitos.

A escassez de tempo disponível está me obrigando a pensar no sistema de postagens programadas para não perder o ritmo com o blog. Muitas coisas que eu gostaria de ter registrado aqui no momento certo, não consegui. Vida de professor não é fácil. Final do dia, me sinto cansada à beça, com sono, e as ideias não concatenam direito.

Além disso, tem o “Desafio Literário” que está tirando meu sossego. Estou atrasada por demais com as leituras e nem sei se vou conseguir cumprir os prazos e redigir todas as resenhas. Em parte, isso se deve à minha entrada tardia no projeto, o que está dificultando o cumprimento do cronograma proposto.

Fora isso, para salvação dessa minha semana, na terça-feira passada, eu, ele e uma galera do curso de japonês, após a solenidade de recepção ao cônsul geral do Japão e a sua esposa, a consulesa - que estavam fazendo uma rápida visita à nossa cidade -, fomos comer sushi! Hmmm.... Bom demais.

おやすみなさい.

~Nana~


terça-feira, 8 de maio de 2012

[Nikki] Iwako Erasers - Borrachas Iwako



Eu mencionei na postagem anterior – na qual falo da aula mais recente que assisti do curso de japonês - que a professora Mizuno, voluntária sênior da JICA, nos fez uma visita para avaliar as aulas de nihongo. Mas guardei para esta postagem a agradável surpresa que ela nos fez ao término da aula.

Depois da despedida, ela nos deu de presente lembrancinhas que trouxe do Japão: borrachas-miniatura de pratos japoneses. Elas fazem parte da grande coleção de borrachinhas estilosas e coloridas fabricadas pela Iwaco, empresa japonesa especializada em borrachas (escolares) temáticas e colecionáveis.  Segundo a sensei, elas apagam perfeitamente. Porém, não vou utilizar a minha e creio que ele também não.

A minha borracha é uma miniatura de Sushi de Atum e pertence à Série de Sushi. Já a borracha que ele ganhou é uma miniatura de Dorayaki da Série de doces japoneses.



 Adorei as embalagens também! 



Quem tiver interesse em conhecer as outras miniaturas dessas séries e de outras é só visitar o site da Iwako em japonês ou em inglês.


Espero que tenham gostado!  Até a próxima!


バイバイ


~Nana~

terça-feira, 1 de maio de 2012

[Game] Assassin's Creed (PS3)






Assassin’s Creed é 4º jogo da coleção de games que eu e ele iniciamos no final de 2010. Vou começar falando deste jogo, pois é o que estou atualmente jogando.  Essa versão é uma “Greatest Hits” e custou em torno de R$ 80,00*.

O título é o primeiro da franquia Assassin’s Creed, desenvolvida e distribuída pela Ubisoft. Ele foi lançado em 2007 para PS3, Xbox 360, Wii e Mac e está enquadrado no gênero ação-aventura em terceira pessoa. Contém somente o modo single player e na plataforma PS3, AC não tem troféu. Seus projetistas são Patrice Desilets e Jade Raymond. A trilha sonora foi composta Jesper Kyd, e o rosto de Desmond Miles, bem como os de Altaïr e Ezio (personagens da série) foram modelados a partir do rosto do modelo Francisco Randez. Na época de seu lançamento, Assassin’s Creed foi bem recebido pela crítica, obtendo ótimas pontuações.

A trama é ambientada em Damasco, Jerusalém, Acre e Masyaf, na época da Terceira Cruzada e tem como personagem jogável, Altaïr ibn-La'Ahad, membro de uma irmandade de assassinos e também ancestral de Desmond, um bartender que é sequestrado por uma influente empresa, a Abstergo – responsável por pesquisas sobre memória genética, e persuadido (eu diria que praticamente obrigado) a reviver as memórias de seu antecessor numa máquina denominada Animus.

Durante o jogo que se passa quase todo dentro da Animus, conhecemos a história de Altaïr e ficamos sabendo que informação, descoberta por ele, a Abstergo necessitava obter através de Desmond. Outra personagem importante é Lucy Stillman. No início do game, sabe-se apenas que ela é funcionária da Abstergo, mas depois se descobre muito mais sobre ela e seu papel é crucial no desfecho do game. Isso é o básico para se situar no universo de Assassin’s Creed.

Este jogo faz parte da coleção desde dezembro de 2010.


* Valor sem taxa de frete.





~Nana~

[Flickr] Fotos ~ Abril

雲 - Kumo :)幸せな - Shiawasena海 - Umi ギフト - Gifuto猫の足 1猫の足 2猫の足 3花 1花 2花 3自然 1 - Shizenラブ·バグ - rabu· bagu花 4侍·芸者 - Samurai & Geisha猫の舌 - Neko no shita黄色の花 - Kiiro no hana猫の足 4猫とコーヒーマグ - Neko to kōhīmagu♥みゆきちゃん♥ - Miyuki-chanO Mundo de Sofia猫の足 5犬 - 1犬 - 2丘花 - 5花 - 6


Essas são todas as fotos que postei no Flickr durante o mês de abril.  Algumas são recentes, outras nem tanto. Amo todas, mas principalmente as de gatos . Oh... Ninguém percebeu... (risos)


~Nana~