segunda-feira, 30 de abril de 2012

[Um livro por mês] “O Mundo de Sofia” – Jostein Gaarder (Livro 02 / 35º item da lista 101 coisas em 1001 dias)

O Mundo de Sofia


Ansiosa pra ler  !

O mês de abril termina hoje e eu ainda não tinha postado o meu livro de número 02 dos 33 que pretendo comprar até o término do projeto 101 coisas em 1001 dias. Para não ter que fazer duas idas à livraria em menos de uma semana, comprei o livro de abril e o de maio juntos, no sábado passado. Depois revelarei o livro do mês de maio. O título escolhido deste mês foi: “O Mundo de Sofia”.

Quis ter comprado este livro ainda na época em que lecionava em escola privada, há uns 4 anos, mas protelei tanto que acabei nem adquirindo. Eu já havia pegado emprestado para ler, mas não passei das primeiras páginas, por causa do excesso de trabalho que me acarretava na época.

Sábado, fui à livraria sem nenhum título ou autor em mente, pois também gosto de chegar apenas com a intenção de comprar algum livro bom. Gosto de tocar os livros, as capas etc., e escolher aleatoriamente com base na minha leitura dos elementos extratextuais disponíveis como: capa, contracapa, orelha, índice e prefácio. No caso de “O Mundo de Sofia”, não foi nem necessário.

Estava com tanta saudade disso! Nos últimos meses, minhas compras de livros tinham sido feitas quase todas pela internet, por uma questão de comodidade e variedade de títulos. Porém, aquela satisfação de ir a uma livraria e escolher pessoalmente um livro é algo que a internet ainda não conseguiu provocar em mim. Claro, que tem a satisfação da compra que é a mesma, mas me refiro àquela relação meio erótica de sair da livraria com as mãos preenchidas pelo objeto de desejo, sensação esta que uma compra virtual não consegue proporcionar.

Por outro lado, preciso admitir que a internet cria uma outra gama de sentimentos: a ansiedade da espera e a euforia quando o funcionário dos Correios bate à porta para entregar o tão aguardado livro. Acho que as duas formas de compra podem coexistir sem nenhum problema, ainda mais quando se procura um livro que não está disponível no comércio local, ou o contrário, quando se procura por livros mais populares e se quer evitar as taxas extras de frete etc.

Não o lerei por agora, acho. Mas tê-lo na minha estante já me “esperando” para ser lido me dá um prazer enorme. Livros são mais uma dessas minhas compulsões, as quais não consigo controlar.

Vou terminando isso aqui, pois tenho compulsão por escrita também. Já devem ter notado. Até breve!

~Nana~

domingo, 29 de abril de 2012

Mais um membro na família

♥みゆきちゃん♥ - Miyuki-chan
Uma da primeiras fotos de muitas da minha Miyuki  do meu Gandalf


Não resisti. Confesso que nem tentei. Logo que a o vi, a o quis para mim. Uma Um SRD* branca branco de mais ou menos um mês (eu acho). Uma fofura de gata gato! Depois da morte da minha única gata fêmea (uma siamesa), pensei em adotar outra, mas não de raça pura. Queria uma proveniente da rua mesmo. 

Quinta-feira, dia 26, faltando um dia para um mês da partida da minha gata siamesa, eis que indo comprar ração para os outros gatos (todos machos) me deparei com ela ele numa gaiola exposta para doação. Nem pensei duas vezes, e a o trouxe comigo. Os outros gatos estranharam no começo, mas já estão se acostumando com a presença dela dele aos poucos. Ela Ele já aprendeu a usar a caixinha de areia e a pedir (miando) quando precisa de algo: comer, beber, brincar ou fazer suas necessidades.

Já escolhi até o nome: Miyuki (みゆき). Em japonês, este nome tem mais de um significado, mas todos próximos. Para simplificar, escolhi porque tem relação com neve (Yuki, em japonês) e me lembra a cor dela. Estou em dúvida quanto aos kanjis. Fiquei indecisa em relação a duas possibilidades de escrita para o nome da minha gatinha. Não sei se escolho 深雪 (neve profunda) ou 美雪 (bela neve). Miyuki também pode ser a leitura do kanji de felicidade, fortuna: .

Independente do kanji, são todos significados lindos para uma mesma leitura. Eu poderia usar o nome dela apenas em hiragana e deixar que ela seja tudo isso ao mesmo tempo.

O que acham? Alguém tem alguma sugestão?

Atualização: Nesta postagem falei que o gato que adotei é, na verdade, macho e não uma fêmea como eu acreditava. Portanto, o nome, que inicialmente eu havia escolhido, foi mudado para Gandalf.

* Sem Raça Definida.

~Nana~

quinta-feira, 26 de abril de 2012

[Nikki] Você já viu gato tomar café?

猫とコーヒーマグ - Neko to kōhīmagu
Esse é meu gato  tomando café!

O meu gato toma. Sinceramente, não sei como ele adquiriu esse hábito. Quando ainda era pequeno, com pouco mais de dois meses, me lembro que ele já fazia isso. Já cheguei a passar vexame com visitas, pois basta que ele sinta o cheiro do café (e, principalmente, se for ao leite ou cappuccino) para ficar perante a pessoa com cara de pedinte.

Quando deixo minha caneca largada sobre a mesa ou perto do computador, lá está ele pronto para atacar minha bebida favorita. Normalmente, ele me espera terminar até que eu deixe um restinho para ele beber em seguida. Se eu demorar muito ou ele “achar” que eu me esqueci dele, ele começa a miar para mim com a entonação característica que eu bem já sei o que significa.

Antes, quando podia, ele enfiava a cabeça na caneca de café e ficava tomando seus goles. Como a cabeça dele já não entra completamente na caneca, ele usa as patinhas para pegar o café com leite, por exemplo, e lamber em seguida. Isso dá uma bagunça... Na foto acima, ele subiu na mesa do computador e eu tive que segurar a caneca para ele não sujar tudo.

De todos os gatos que já tive, nenhum deles bebiam café. Ele é viciado!

~Nana~


segunda-feira, 23 de abril de 2012

[Nihongo no benkyō] Hiragana Practice e Katakana Practice


Há um tempo, em minhas “andanças” pela internet descobri uma ferramenta (útil para quem estuda língua japonesa) que vou compartilhar no blog: um exercício prático feito em flash. Na verdade, dois exercícios: “Hiragana Practice” e “Katakana Practice”, também denominados pelo próprio autor como “Hiragana Drag-n-Drop” e o “Katakana Drag-n-Drop”, e conhecidos na rede como “Hiragana-timer” e o “Katakana-timer”. 

Cada uma dessas duas ferramentas é como um game: um puzzle bem simples baseado num sistema de arrastar com cronômetro. São compostas pelas tabelas simples (com as 46 letras básicas) dos fonogramas japoneses: Hiragana e Katakana com suas respectivas leituras em Romaji. As peças principais da tabela estão disponibilizadas aleatoriamente abaixo para que o jogador as arraste ao quadro correspondente, dentro de um determinado tempo, cronometrado no próprio exercício. Tempo este que pode ser reiniciado a qualquer momento, ao gosto do jogador. 

Mesmo não contendo as sílabas sonorizadas e os ditongos (sons contraído), acho que ambos são exercícios bastante úteis para quem está iniciando o estudo do idioma japonês e quer testar sua memória, tanto com o fonograma Hiragana quanto o Katakana. Como estão protegidos por copyright, vou disponibilizar apenas os links da hospedagem original dos games. Quem tiver interesse em praticar, é só ir diretamente ao link (disponibilizado no final deste texto). O cronômetro do exercício inicia automaticamente. Para reiniciar a contagem é só clicar em “reset”.


O legal desse jogo é que a cada “reset” os Hiragana e os Katakana mudam de posição, evitando, assim, que o jogador memorize o local de cada um na parte inferior. Só a tabela romanizada (azul) que fica na parte superior é fixa.

O recurso foi criado por Andrea Shea da Universidade do Estado da Califórnia. Ele está cadastrado no site Merlot (Multimedia Educacional Resource for Learning and Online Teaching), um portal da Universidade supracitada. Os links diretos para os dois exercícios são os seguintes: Hiragana e Katakana

Bom jogo e bons estudos!

がんばって!

~Nana~

quinta-feira, 19 de abril de 2012

[Diário] "I'm so tired"...*



Nas últimas semanas, o blog ficou sem publicação, pois além de dedicar mais tempo mexendo na aparência dele (estou sempre insatisfeita... não tem jeito.), eu tenho tentado cadastrar e atualizar meus perfis em outros locais, como o Flickr, Skoob, Filmow, My Anime List e o GamerDNA (só para citar alguns.).

Além disso, resolvi “resetar” toda a minha atividade gamer (Parece loucura? Eu tenho desses momentos.). Então, tive que abrir mão de todas as minhas horas jogadas em Skyrim (de outros jogos também), o que foi um tanto difícil. Só quem joga/jogou Skyrim, sabe o quanto esse jogo é imenso. A ideia de recomeçá-lo pela terceira vez, no momento, não me agrada. Por isso e, claro, tendo em vista a meta de n.º 62 da minha lista de 101 coisas em 1001 dias, resolvi reiniciar meu histórico na PSN com Assassin’s Creed.

Pode não parecer a melhor escolha, pois, como se sabe, o primeiro jogo da série na versão PS3 não tem troféu, o que significa que por um bom tempo vou ficar sem dados de jogo no meu perfil. Porém, meu prazo para terminá-lo (assim como o Revelations) é até novembro (lançamento de Assassin’s Creed III). Então, quanto antes eu começá-lo, melhor, pois eu ainda quero rejogar os outros dois da franquia: Assassin’s Creed: o II e Brotherhood.

Depois eu volto com um texto falando exclusivamente desse jogo. Sei que já se falou tudo sobre ele, mas eu não vou me dedicar a fazer análises de jogos aqui. Darei apenas uma opinião pessoal sobre os jogos que eu gosto.

Termino aqui... (essa coisa de design de blog me cansa à beça.)

Bai bai

~Nana~

* O título da postagem é uma referência clara à música "I'm so tired" de The Beatles. Eu estava pensando num título, mas o cansaço não me deixava mais pensar em nada... lembrei dos primeiros versos da canção...